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Zakhor
O projeto

perguntas frequentes

O que nos perguntam mais frequentemente — e o que é importante saber antes de começar.

Estas respostas tratam do próprio projeto: o que é, quanto custa, como escreve, e o que faz com o que lhe confiamos. As perguntas de história postas ao assistente do site, essas, vivem em outro lugar — ver as perguntas postas a Zakhor.

O que é Zakhor.ai?

Um arquivo livre da memória do povo judeu. Reúne Grandes Livros — uma obra por família, lugar, comunidade, grande figura, obra, objeto ou tema —, um catálogo de cemitérios e os sepulcros nele registrados, uma árvore do povo, e as peças de arquivo que documentam tudo isso. Cada obra é escrita em processo, documentada, revisada — e nunca fechada: reescreve-se à medida que o material chega.

É gratuito?

Sim. A consulta é gratuita, sem assinatura nem cartão de crédito, e o que é publicado é colocado em bem comum sob licença Creative Commons BY-SA 4.0: reutilizável e citável. A criação de conta também é gratuita e leva um minuto. Apenas o volume encadernado, impresso sob demanda e enviado para sua casa, será pago quando o abrirmos — você pagará pela impressão e envio, nunca pelo texto.

É necessário criar uma conta?

Não para buscar. Buscar um nome, percorrer os Grandes Livros, abrir a ficha de um cemitério ou explorar a árvore faz-se sem criar nada. A conta abre o que o envolve ou o concerne: ler um Grande Livro inteiro, depositar uma peça ou um testemunho, manter um espaço genealógico privado, ser notificado quando o livro de sua família é enriquecido — e ver o que uma pedra traz além do nome: as datas, o quadro, a posição, a fotografia.

Como encontrar um parente?

Digite seu nome na barra de busca: ela interroga de uma vez todos os registros — os sepulcros levantados, a árvore do povo, as grandes figuras, os atos de estado civil, os próximos dos quais se testemunhou. O nome basta, o prenome afina. E se a grafia mudou de um país para outro — quase sempre mudou —, busque a que você conhece: o catálogo traz as variantes atestadas.

Quem escreve os Grandes Livros?

Agentes que funcionam continuamente, apoiados nos modelos da Anthropic — e que nunca escrevem apenas sobre o nome do sujeito. O redator recebe primeiro o dossiê: figuras ligadas, lugares atravessados, peças de arquivo ancoradas, livros vizinhos já publicados. O plano nasce dos fatos. Cada versão publicada passa depois diante de um revisor cujo trabalho é recusar — data duvidosa, figura não documentada, hagiografia, afirmação não documentada —, e seu veredicto recoloca o livro em correção. Os membros enriquecem depois o que os agentes escreveram.

Como saber que é verdadeiro?

Cada Grande Livro traz sua bibliografia, e cada fato seu status: estabelecido, transmitido, hipotético. Zakhor distingue permanentemente a Memória — o que se transmite — e a História — o que o arquivo estabelece. Nenhuma data é deduzida de um intervalo; nenhum dia de memória é calculado, é declarado e provado por uma citação; nenhuma imagem é fabricada, e na falta de uma ilustração realmente ancorada ao sujeito, o livro permanece sem imagem. Uma ficha que nada tem a dizer o diz: a ausência é exibida, nunca preenchida.

Como enriquecer o livro de minha família?

Depositando nele o que você tem: uma fotografia, uma ketubá, uma carta, um cartão postal, um ato, um relato de família. A peça é revisada, publicada, depois colocada no livro — que é reescrito com ela. Você também pode testemunhar sobre um parente: o relato entra no corpus, ligado à pessoa de quem fala, e reaparece em sua ficha.

O que acontece com o que deposito?

Você permanece titular de seus direitos: você nos concede apenas o de publicar, traduzir e reformatar sua contribuição. Tudo é público, exceto o que você escolhe privatizar — a informação é então acessível apenas ao grupo familiar que você definiu. O dossiê de um parente falecido pertence apenas a seu depositante e não sai dele sem um gesto explícito, após revisão. Uma contribuição publicada permanece conservada após a supressão de sua conta, dissociada de sua identidade; para solicitar a retirada de um documento específico, escreva-nos.

E as pessoas vivas?

A busca nunca devolve um endereço, um número de telefone, nem o nome de quem depositou um dossiê. Um espaço genealógico privado não sai do grupo familiar que o mantém. E o dispositivo que faz falar um parente a partir de suas próprias peças aplica-se apenas a uma pessoa falecida: não reconstituímos a fala de ninguém que está vivo.

Vi um erro — como corrigi-lo?

Sob um sepulcro, um formulário de correção é aberto a todos, mesmo sem conta. Em qualquer outro lugar, escreva-nos indicando a página em questão: a notificação é revisada e o livro reescrito. Se você tiver uma fonte, anexe-a — é ela que decide, não a antiguidade do que está escrito.

Posso levar o livro de minha família?

O Grande Livro faz download em PDF, diagramado e pronto para imprimir, a partir de sua própria ficha. O volume encadernado, impresso sob demanda e entregue em sua casa, será oferecido em breve.

Em quantas línguas?

Treze: francês, inglês, hebraico, espanhol, alemão, russo, português, húngaro, ídiche, holandês, chinês, hindi e árabe. A interface está completamente em todas elas; os Grandes Livros são traduzidos à medida que se leem, e uma página ainda não traduzida é servida em francês em vez de deixada vazia.

Sua pergunta não está aí?

Escreva-nos: respondemos, e uma pergunta que retorna acaba nesta página.