Lettres d'Amarna — Les Habirou aux portes de Canaan
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As Cartas de Amarna são um corpus de 382 tabletes cuneiformes em acadiano descobertas em 1887 em Tell el-Amarna (Egito), nos arquivos diplomáticos dos faraós Amenhotep III e Akhenaton. A correspondência entre os reis vassalos de Canã e o faraó documenta um período de caos político em Terra de Canã, com cidades-estado em conflito e incursões de grupos chamados « Habirou » (ʿApiru). Várias cartas do rei de Jérusalem, Abdi-Heba, descrevem com angústia o avanço dos Habirou e imploram ajuda militar egípcia. O debate sobre a identificação dos Habirou com os Hebreus bíblicos é um dos mais antigos e controversos da arqueologia bíblica. Sem constituir uma prova direta, a correspondência de Amarna ilumina o mundo cananeu que os israelitas integraram ou conquistaram, e a menção de Jérusalem (Urusalim) já no século XIV a.C. a torna um documento maior.
Um livro ainda por escrever
Este Grande Livro ainda não foi escrito. A sua redação começa aqui mesmo: Claude compõe uma obra original a partir das peças de arquivo do corpus e de uma pesquisa na web, e depois enriquece-a com cada nova fonte contribuída.
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