Memória vivente
Testemunhe sobre um de seus próximos
Deposite o que você sabe, o que guardou, o que não deve se perder.
Talvez o seu ente querido já esteja presente no site: começa-se por procurá-lo — grandes figuras, sepulturas registadas, a árvore do povo judeu, entes queridos testemunhados, o memorial familiar. Depois vem o relato: escreve-se o que se sabe dele. A seguir, as peças que se guardaram — fotos, vídeos, desenhos, cartas — e a sua assinatura, a da testemunha que se torna garante desta memória.
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De quem você testemunha? Nomeie o parente. As datas e os lugares são facultativos: situarão sua existência e ajudarão depois a reconhecê-lo.
O nome basta para começar — o resto pode vir mais tarde.